Outra nova tecnologia?

Publicado em 17 de August de 2025

Imagem ilustrativa: Outra nova tecnologia?

Outra nova tecnologia?

Se você é dono de uma PME, provavelmente já passou por isso: —“Mais uma nova tecnologia!”— Primeiro disseram que você precisava ter um sistema de gestão. Você fez. Depois veio o site. Depois que tivesse banco de dados. Que tivesse carrinho de compras. Que funcionasse bem no celular. Que usasse redes sociais. Que fizesse marketing digital. Que instalasse um CRM na nuvem. Que trabalhasse com funis.

E em cada etapa, mais ou menos a mesma sensação:

“Eu quero é cuidar do que eu faço. Não gastar tempo e dinheiro com coisas que nem sei se vão funcionar.”

E, no entanto… funcionaram. Nem todas ao mesmo tempo. Nem todas com o mesmo impacto. Algumas mais rápido, outras mais devagar. Mas cada uma acabou fazendo parte do funcionamento diário da sua empresa. E é fácil esquecer disso, porque quando uma ferramenta começa a funcionar, ela deixa de ser “tecnologia nova” e passa a ser simplesmente parte do trabalho.

Agora que estamos no meio da onda da inteligência artificial, o roteiro se repete: mais uma promessa, mais uma mudança. Vale a pena embarcar?

A resposta rápida é sim. Mas, como tudo o que importa, tem um “depende”.

Entrar cedo em uma tecnologia tem vantagens: há menos concorrência, você pode se destacar, pode aprender no seu ritmo. Mas se entrar do jeito errado, sem entender o que está fazendo nem adaptá-la ao seu negócio, na prática é como se nunca tivesse entrado. O segredo não está só no quando, mas no como.

E é aí que a inteligência artificial pode jogar a seu favor… ou contra você.

Uma automação que responde e-mails, vende pelo WhatsApp ou conversa com clientes no seu site pode ser uma ferramenta poderosa. Mas só se não for uma casca vazia. Não basta instalar um “chatbot genérico”, desses que repetem frases decoradas. Não basta conectar qualquer plugin barato só porque diz “IA” na descrição.

Se o sistema não conhece o seu negócio, não entende seus clientes, não fala com o seu estilo nem expressa o seu valor... então ele não está vendendo por você — está afastando oportunidades.

Por isso, testar uma IA não é apertar um botão: é personalizá-la para que funcione como parte real da sua equipe. Se você não faz esse trabalho, não está testando de verdade. Só está vendo se tem sorte.

Na ConverseCraft ajudamos PMEs a integrar inteligência artificial de forma artesanal, com foco em resultados reais — não promessas mágicas.

Desenhamos assistentes que se adaptam ao seu setor, ao seu estilo, à sua forma de vender. Não criamos monstros robóticos que “parecem IA”: criamos ferramentas úteis, que falam com seus clientes e trabalham por você.

Se alguma vez você pensou “isso não é pra mim”, talvez o que faltava era fazer do jeito certo. E se você está pronto para dar esse passo — com critério, com acompanhamento e no seu ritmo — escreva pra gente.

Na ConverseCraft, não vendemos chatbots. Construímos soluções que conversam.